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Família · Curitiba, PR

Advogado de família em Curitiba: divórcio, pensão e guarda no TJPR

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Curitiba/PR

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Em Curitiba, os processos de família correm nas varas de família do Foro Central, e muita coisa pode ser resolvida antes, em acordo ou no cartório. Veja o caminho para cada situação e quando um advogado faz diferença.

A região metropolitana de Curitiba concentra mais de 3 milhões de pessoas e um volume grande de divórcios, pedidos de pensão e disputas de guarda. A boa notícia é que boa parte desses casos tem um caminho mais curto do que o processo tradicional.

Onde cada caso se resolve

Situação Caminho em Curitiba
Divórcio ou fim de união estável com acordo e sem filhos menores Qualquer tabelionato de notas, com advogado
Acordo sobre guarda, pensão e visitas Homologação nas varas de família ou tentativa no núcleo de conciliação do Foro Central
Divórcio, pensão ou guarda sem acordo Varas de família do Foro Central, no TJPR
Violência doméstica Delegacia da Mulher ou Casa da Mulher Brasileira, sem precisar de advogado

As varas de família do Foro Central

Os processos de família da capital correm nas varas de família do Foro Central da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba, do Tribunal de Justiça do Paraná. O Foro Central tem pelo menos oito varas de família e um núcleo de conciliação, onde as partes tentam chegar a um acordo antes da decisão do juiz. Os processos são eletrônicos, pelo sistema Projudi, e boa parte das audiências pode ser feita por vídeo.

Quem mora em São José dos Pinhais, Colombo, Pinhais, Araucária ou outra cidade da região metropolitana costuma ter o processo no fórum da própria cidade. Em divórcio com filho menor, a regra é o processo correr onde mora quem tem a guarda (Código de Processo Civil, art. 53).

Pensão alimentícia em Curitiba

O juiz fixa a pensão pelo equilíbrio entre a necessidade do filho e a possibilidade de quem paga. Em Curitiba, como no resto do país, não existe tabela: entram na conta escola, plano de saúde, transporte e o padrão de vida que a criança tinha.

Para quem tem renda baixa e precisa pedir ou cobrar pensão, a Defensoria Pública do Paraná atende de graça. Quem paga e perdeu renda pode pedir a revisão do valor; parar de pagar por conta própria gera dívida e pode levar à prisão civil.

Casa da Mulher Brasileira

Curitiba foi uma das primeiras cidades a ter uma Casa da Mulher Brasileira, que reúne no mesmo lugar delegacia, juizado de violência doméstica, Defensoria e apoio psicológico e social. Quem sofre violência pode pedir medida protetiva ali, sem advogado. Em emergência, ligue 190; para orientação, o Ligue 180 funciona 24 horas.

Guarda, pensão e divórcio podem ser resolvidos depois, com mais calma, com a Defensoria ou um advogado.

Quando um advogado faz diferença

  • Partilha com imóvel financiado, empresa ou bens em nome de terceiros. É onde mais se perde dinheiro por falta de orientação.
  • Guarda e convivência quando um dos dois quer mudar de cidade ou impede as visitas.
  • Pensão com renda informal ou de autônomo, em que é preciso provar o padrão de vida de quem paga.
  • Acordo bem escrito no divórcio consensual, para não voltar à Justiça depois.

Uma situação comum em Curitiba

Um casal sem filhos, casado há oito anos, decide se separar de forma amigável. Os dois têm um apartamento financiado no Água Verde e um carro. Em vez de entrar na Justiça, fazem o divórcio por escritura num tabelionato, com um advogado para os dois, e definem que ela fica com o apartamento e assume o financiamento, enquanto ele fica com o carro e recebe uma compensação em dinheiro.

Antes de falar com o advogado

Separe a certidão de casamento atualizada ou as provas da união estável, as certidões dos filhos, os documentos dos bens (inclusive o financiamento, se o imóvel ainda estiver sendo pago) e o custo mensal das crianças. Se já houve alguma decisão judicial, como uma pensão fixada antes, leve a cópia e o número do processo no Foro Central.

Nossa opinião

Em Curitiba, quando há acordo, o cartório resolve em dias o que na Justiça levaria meses. Recomendamos que o casal resolva a partilha do imóvel financiado junto com o banco antes da escritura, para evitar que um continue preso a uma dívida de um bem que ficou com o outro. Sem acordo, as varas de família do Foro Central são o caminho.

Guias sobre família

Para ver tudo o que um advogado de família resolve, em qualquer cidade, veja a página da área.

Dúvidas frequentes em Curitiba

Onde corre o processo de divórcio ou pensão em Curitiba?

Nas varas de família do Foro Central da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba, do TJPR. Se você mora em outra cidade da região metropolitana, como São José dos Pinhais ou Colombo, o processo pode correr no fórum dessa cidade. O advogado confirma o foro certo.

Quem não pode pagar advogado em Curitiba tem a quem recorrer?

Sim. A Defensoria Pública do Paraná atende de graça em questões de família quem tem renda baixa. Os núcleos de prática jurídica das faculdades de Direito da cidade também costumam atender casos de família.

Dá para fazer o divórcio em cartório em Curitiba mesmo morando em outra cidade?

Sim. O divórcio em cartório pode ser feito em qualquer tabelionato de notas, não precisa ser na cidade onde o casal mora. Também dá para assinar por videoconferência, pela plataforma e-Notariado.

Advogado de família em outras cidades: Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Campo Grande, Caxias do Sul, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Joinville, Juiz de Fora, Londrina, Manaus, Niterói, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Uberlândia.

Atendimento a distância

Não é preciso ir a um escritório em Curitiba. Pelo formulário, um advogado parceiro chama você no WhatsApp; a conversa segue por mensagem ou vídeo, e documentos e assinaturas vão pela internet. Os processos de Curitiba correm no TJPR (Justiça estadual, Paraná), em sistema eletrônico, e boa parte das audiências pode ser feita por vídeo.

Prefere contar mais sobre o seu caso em Curitiba?

Conte o que aconteceu. Entramos em contato pelo seu WhatsApp o mais breve possível.

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Atualizado em 22 de outubro de 2026. Conteúdo informativo; valores e regras locais podem mudar, confira na prefeitura e no cartório.

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